11 de abril de 2019

Hoje acordei quilombolas.

       Hoje acordei quilombolas.



Vi o mundo afro pelas cores matinais ao abrir a porta. O colorido das plantas do meu jardim a estimular referências nas florestas, desertos, oásis e savanas africanas e, não importa se pareciam ou não miniaturas e o que vale é a impressão do meu pensar de relações e pertencimento. Ao mesmo tempo que revejo o pensamento circulando a árvore do esquecimento nos portos ocidentais africanos seguidos da rota pelo Oceano Atlântico do navio condutor dos pretos e que foram arrancados do solo mãe sem consideração à ancestralidade lançados pelos europeus em terras nunca antes vistas para fazer algo que não tinha em costumes: o trabalho forçados nas lavouras, sim, vou pensando nas comunidades cipoenses, quilombolas que são assim reconhecidas através de autodeclaração publicada no Diário Oficial da União em 25 de Maio de 2005. Não fosse aquele momento certo na caravana política sugerida pelo Deputado Luiz Alberto a convidar ainda sem ter posse, o futuro gestor municipal Jailton Macedo e eu, Noure Cruz já com a ideia central da existência da SEPPIR, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e um anúncio ainda formal de tomar posse como Secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, sim, não fosse esse esboço montado no imaginário de Noure Cruz que, aos poucos foram sendo transformados em realidades de pesquisas afrocipoenses, não teríamos o que temos hoje em forma de alimentação de reconhecimentos: Caboge, Várzea Grande e Rua do Jorro. Três comunidades remanescentes e que poderia ir além a somar Bananeira, Calumbi, Canoa, etc. Todas no Vale do Itapicuru pelas freguesias de Cipó e seus municípios adjacentes a citar Tucano e Ribeira do Amparo.



Sei que entre os encantos das três comunidades quilombolas de Cipó posso assim expressar que 
quem segue a rota da Comunidade Quilombola da Várzea Grande e aproxima-se de seus moradores pode enxergar a alegria e o carinho de mãos dadas. Mesmo as estradas dividindo essa comunidade em três quadras sendo, a matriz ainda conhecida por alguns poucos de Toca dos Índios, nome que não se sabe a origem mas, possa ser que na época se apresentasse como mais uma forma de preconceito e fora dessa linha, a beleza do autorreconhecimento alimenta também para um nome digno de ser assim chamado mas, por razões de pertencimento cultural, necessariamente não precisa ter essa linha de referência.
Outra quadra de moradia teve como referência o senhor Antônio Maurício que sempre representava a comunidade nas solicitações políticas. era comum e lembro quando criança que nas vésperas eleitorais sempre estava em casa para, ao lado de meu pai, buscar puxar votos para o senhor Antônio de Agripino, Morcegos que eram, nome dado ao grupo político de pertencimento contrário a cupim. Ali nessa quadra ainda habita a família de Seu Antonio Mauricio com liderança na matriarca D. Bizu. Algumas casas foram cedidas para outros moradores. Carmelita hoje mora em São paulo e deixou seu filh Walmir numa casa mais adiante que dá início a terceira quadra e mais nova. Na segunda quadra ainda moram Mané Pescador qe tem uma ligação com a comunidade da Canoa e a grande família de seu Antônio e D. Tuca. Seus filhos Samuel e Celso cruzaram a estrada e fizeram bem próximo, suas casas e muitos outros das outras quadras citadas fizeram o mesmo.

Os dois moradores antigos, casal perfeito, Seu Clarindo e Dona Francisca, até anos atrás caminhavam pra lá e pra cá cuidando de seus filhos, netos, bisnetos e variações da genética os corredores. Hoje, abril de 2019, estão resumidos a um quarto e cada um em sua cama de solteiro com ouvidos pouco auditivos. 
D. Francisca tem sua voz como a de uma criança que às vezes solta palavras de características curtas. Já seu Clarindo deixou de treinar o ouvido e é preciso levantar a orelha para se falar algo em poucas palavras e de voz alta. Vivem constantemente limpos e sentados ou deitados. Já tiveram bastante energia. Uma vez, em 2005, disse seu Clarindo: - Um dia, conheci Lagarto. Ouvi apenas isso mas, de uma simbologia grande dado o saudosismo de quando era tropeiro e vendedor de cordas nas mulas tropeiras. Cuidados por uma de suas filhas Dora, casada com seu primo carnal Coelho, filho do irmão de seu Clarindo e o que é comum o casamento intracomunitário. Assim, a afro Tate era casada com Márcio. Tate é filha de Joanita. Márcio é filho de Ana. Joanita e Ana são irmãs filhas de Seu Clarindo e D. Francisca. Eliane é casada com Binho. Este é filho de Quincas irmão da mãe de Eliana. Todos são parentes entre si e bem casados. Valmira bem casada com Milton. Milton morreu em 2018. Vítima da exploração do trabalho quando um fardo de fiapo, subproduto da indústria têxtil caiu de sua cabeça ao escorregar. Deixou três filhos.
Há certezas de que as três quadras da Várzea Grande são unidas não só pela consanguinidade mas, pelas alegrias, pelos encontros e sejam eles religiosos, em bares, nas pescarias, no extrativismo que a depender da época estão em campos de cambuis e jurubebas. Recentemente o samba de roda vem se aproximando através de cantadores e batuqueiros da Canoa, Bananeira e Calumbi fazendo desenvolver o amor pelas tradições. Sem contar que em 2005 inaugurou-se um grupo de crianças cantoras quilombolas da Várzea Grande com forte coral de músicas tradicionais e de domínio popular acompanhados pelos artistas Clendson e André Marques de Irecê, Bahia e sempre presente com suas músicas de raízes, está o cantador Wilson Aragão que compôs uma linda música em homenagem a D. Cabocla da comunidade de Canoa e que muito admira a alegria da Comunidade Quilombola da Várzea Grande. Outra variação importante nessa comunidade foi também elaborada por minha presença sempre frequente. Criei trilhas ecológicas com passagem sempre pela comunidade e assim, ao amanhecer há um receptivo pela própria comunidade com um café da manhã de acordo com o que tem e em contribuição com os trilheiros. Géssica, moradora da comunidade trata logo de ajeitar a turma local para cantar lindas músicas tradicionais no pelotão do fundo para afastar o medo dos trilheiros quando entram riacho caminho acima com ingredientes de lagartos, aranhas, peixes e medos nas andanças pela água mesmo que cristalina.

Esse texto não se encera aqui em função de continuar a falar da Varzea Grande e ainda começar sobre a Comunidade Quilombola do Caboge e Rua do Jorro.

Enquanto não chega o tempo de finalizar e vou registrar um texto do meu filho Bruno santana sobre um projeto que está fazendo para uma grande feira das comunidades e que será também parte dessa lembrança das coisas afropertencentes.

Abre aspas - "A Associação Comunitária de Remanescentes Quilombolas da Rua do Jorro, Várzea Grande e Caboge é composta por três comunidades, sendo duas delas rurais (Caboge e Várzea Grande) e uma urbana (Rua do Jorro). Embora seja possível identificar laços sanguíneos e semelhanças no processo de produção de trabalho, que em sua maioria é através do artesanato (tecelagem de rede/artesanato de barro), cada uma delas possui sua própria identidade e dinâmica de existir, de se relacionar socialmente, de trabalhar, de lidar com o território e suas práticas religiosas. 

Essa pluralidade na forma de existir e resistir, unida a um distanciamento geográfico, as ocupações exercidas por cada indivíduo no cotidiano, e as contradições e limitações próprias das relações humanas provocam distanciamento e fragmentação nas semelhanças e comunicação entre as comunidades. Fragmentação essa que se torna ainda mais prejudicial à saúde subjetiva quando levamos em consideração que estamos falando de comunidades tradicionais, remanescente de quilombos, que enfrentam estigmas similares e sofrem pelo processo de marginalização do seu território e de seus corpos.

É possível perceber diante desse panorama a dificuldade de consolidar uma associação, que seja construída de forma coletiva e vista enquanto importante espaço de troca e de luta por direitos quando, historicamente, tem-se estimulado a disputa, a diferença e o desinteresse por políticas públicas. É preciso então, buscar nas semelhanças entre essas comunidades possibilidades de superação, instigando o encontro, o desenvolvimento de habilidades técnicas profissionais e aumento do repertório político e cultural através de ações afirmativas e de fortalecimento identitário.

Este projeto tem a finalidade de intervir na realidade das comunidades quilombolas de Cipó, estimulando encontro e troca tanto entre elas, quanto com outros espaços, dispositivos e setores da sociedade. Entendendo o encontro não apenas como um dado momento específico, mas, sobretudo enquanto possibilidade de provocar transformações nos indivíduos e no coletivo, fortalecimento identitário e perspectiva de superação das fragilidades, causadas não apenas, mas principalmente por um longo período de regime escravocrata que perdura até os dias atuais no imaginário social e se estabelece também através da violência que é o racismo. 

Compreendendo a importância sócio-política do Edital Década Estadual de Afrodescendentes, disposto pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI) para a promoção da igualdade e combate à discriminação racial, a Associação Comunitária de Remanescentes Quilombolas da Rua do Jorro, Várzea Grande e Caboge busca uma parceria, objetivando a construção da I Feira Cultural das Comunidades Quilombolas de Cipó.  

A I Feira Cultural das Comunidades Quilombolas de Cipó pretende ser um espaço de encontro, troca de conhecimento, qualificação profissional, intercâmbio cultural e exposição de ideias e produtos (materiais e imateriais), produzidos pelas três comunidades e que não se finalizará na feira em si, mas tendo esta como mote provocativo para a reinvenção das relações, o fortalecimento identitário e a organização coletiva. 
Além de buscar desenvolver na metodologia e na aplicação o alinhamento ao tema 20 de novembro – Dia da Consciência Negra...
Ainda a fechar aspas.











26 de março de 2019

Sertões Sertões de Wilson Aragão no vídeo Quilombolas Nas Oralidades de ...

02- IMAGENS DA FEIRA DE ANIMAIS EM CIPÓ- BA - Noure Cruz - 2008- ADAB

Dona Belinha - parte do Vídeo (02) - Noure Cruz

UM ARADO DO BURI DE CIPÓ RIBEIRINHO DO ITAPICURU

Interagindo Tradições - Canoa Comunidade

Centro de Ogum - Comunidade Angico - Ribeira do Amparo - Bahia

TRADIÇÕES - QUILOMBOLAS NAS ORALIDADES TRANSVERSAIS

Paulo Cupan - QUILOMBOLAS NAS ORALIDADES TRANSVERSAIS Fragmentos - Noure...

QUILOMBOLAS NAS ORALIDADES TRANSVERSAIS

O diálogo a seguir entre Sr Antônio Cupan e seu filho Denlson, ambos afrodescentes em Cipó- Bahia, estabele importante fonte em torno das reflexões sobre o que é e como viviam os negros nas áreas ribeirinhas do Rio Quente e Itapicuru:

https://youtu.be/2jni2aCxxpg

Relata o Sr Paulo Cupan  - [Nossa família] foi criada aqui...aqui nos Caroço; nos Pau Branco. Meu avô era dos Pau branco... Vicente Cupan, conhecido né, in todo mundo, né, foi criado aqui no Cipó, no terreno de Dna. Sinharinha aqui de Heliberto. Ontonce, ele... minha mãe quando teve a Guerra dos Canudo e quando vieram a Força [guardas] de lá pra cá, tudo rebentado, tudo coisado, era vivo tiveram que descansar aqui... descansaram aqui. Descansaram e daí desceram pro... praí pra baixo, ela contava muito essa história. Eu, mas eu mesmo não alcancei não. O pai trabalhava cum... era aí pra baixo, era pro lado do Mosquito.. era... meu pai foi criado mais o Venceslau. O homem de quem ele era quase escravo era Venceslau... era o homem daí de baixo, daí deste lado do Mosquito. Outra história eu não posso contar que eu não sei não. Sr. Cupan continua [refere-se a seus familiares]... Minha tia, tia Duo, tia Durina moravam aqui na Rua do Cemitério [periferia da cidade], elas também trabalhou... tia Maria Cabocla, que é a irmã de pai, foi criada tudo lá nesse foco, sabe. Num sabe, Foi criada tudo lá, mais esse homem Venceslau.
Compadre Nonô mesmo tinha gente que cabeceava que foi criado com ele mesmo, tinha Dna Francisca, finado Barbosa, Dna. Mocinha... era tudo esse povo que a gente labutou com ele também com Dna Mocinha sabe... não foi como escravo. Eu [cheguei] a labutar com ela, seu Maninho, mas não foi como escravo, não. [ depoimento do sr. Paulo Cupan, dono hoje de olaria simples na Comunidade Quilombola da Várzea Grande]. Nesse momento seu filho o interrompe e entre os dois se estabelece o seguinte diálogo. __E trabalhar em troco de comida não era escravidão não, é? [Filho] __Não, mas naquele tempo o pobre era tudo escravo.[Pai] __ Mas num tinha dinheiro.[filho] __ Pobre! Pobre quem dominava era o rico.[pai] __Nesse tempo não tinha direito, não tinha nada. Era tipo escravidão mesmo. Eu trabalhava e recebia o quê? Dois litros de arroz, um quilo de farinha.[filho] __ [o pai retruca] não, mas naquele tempo tudo comia lá, lá mesmo dormia. Se fizesse uma coisa ruim ia pro tronco, amarrado assim [este se coloca encurvado e mostra]. __Libertado tá é hoje, antigamente não era libertado, não... antigamente era só escravidão.[filho] __ É assim, nós só veio ter liberdade de um tempo pra cá. De setenta anos pra cá... de oitenta anos pra cá. Mas antes era tudo na base da escravidão.[pai]

A DIFICULDADE DE COMEÇAR...






Começar é algo que sempre denota ansiedade. É a dificuldade visível aos olhos alheios e imaterial ao seu tempo de estréia. Há quem pronuncie que tantas e tantas vezes alimentou-se do palco e o calafrio fez-se presente em seu mundo. Com os dedos a deslizar no android, a digitar no teclado do computador ou no datilografar com vários deles quase que de uma só vez e, mais ainda, a bater com os cata piolhos na máquina de escrever é algo capaz de denunciar todos as maneiras e gestos de princípio.

O que assimilo nas leituras não é algo para citações artificiais, estímulos de certezas, fichamento das linhas lidas, salvar entre aspas sem esquecer fontes, claro. Entra em mente o que espontaneamente faz lembrar um dia e citar com elementos do senso comum a essência que fez assimilar com palavras quase que plagiadas e que não chegam ao absurdo por lembrar do autor. Nesse começo pude pegar um gancho de Michel Foucault a escrever que nos discursos  do dia a dia ou do momento de agora, gostaria de neles poder entrar sem se dar por isso. Segue Foucault que em vez de tomar a palavra, preferiria de estar à sua mercê e de ser levado muito para lá de todo o começo possível. Preferiria dar-me conta de que, no momento de falar, uma voz sem nome me precedia desde há muito. Isso! Todo começo dos escritos já deveriam ter ter pessoas na caravana do falar. Assim não haveria começo e o próprio Foucault anuncia que em vez de ser aquele de onde o discurso sai, estaria antes no acaso do seu curso, uma pequena lacuna, o ponto do seu possível desaparecimento.

Sei de uma coisa: difícil começar! Num trabalho técnico e de campo até fica mais fácil numa situação de não ser preciso ter lá adiante um grupo de pessoas na espreita para ouvirem o discurso de como foi feita a atividade profissional. Quando vou a campo, por exemplo, sei que devo levar o GPS, colocar coordenadas geográficas para definição precisa da rota, levar termo de vigilância genérico e outros formulários capazes de preencher demandas. É algo já mecânico e às vezes involuntários.

Lá se vão várias linhas e nenhum sinal de começo. Timidamente viajo nos tempos e chegam demandas de vivências. Pode até parecer fraqueza ou algum contratempo para dar tempo e tempero aos escritos. Acontece que não se faz cambiamento de pensamento e o eu individual nega qualquer empatia nesse momento de tensões pré digitações. Também não é desejo meu manifestar sensibilidades. Falando assim das dificuldades de começar algo nem me dei conta das lembranças que tenho sobre a primeira infância. Fui transferido de escola por entenderem que a mais central, urbanamente falando, dava mais suporte e que eu poderia servir como leitor de discursos infantis sobre os dias de comemorações cívicas da árvore, do índio, da independência, da bandeira e afins. Talvez esteja ai a gênesis dos traumas de iniciar discursos, leituras, diálogos. O ter que ir para um degrau maior intimida a voz e vem à tona o medo de  iniciar.


Sei que não comecei direito e ainda falta o pontapé inicial. Não obstante, um dia li de Cecília Meireles que basta um pequeno gesto e quem está ao alcance entende a essência gestual, assimila a intenção, adquire o todo. Nesse caso, hei de concordar que o motivo pelo qual escrevo: contar histórias de minhas vivências, nada foi feito e parece que não estou a criar esforços para iniciar e uma coisa vem em mente simbolizada pelo esforçar-se e tentar discorrer sobre a enorme quantidade de leituras dos caminhos percorridos nesse mundo de múltiplas inteligências.

Poderia ir até as dunas aqui de perto e do alto, como fazem aprendizes de pastor, gritar ou recitar em voz alta o que vem em mente e ao mesmo tempo gravar o que se passa no interior de minhas leituras. Assim seria um dever para ser digitado ao chegar em casa. Do alto dessas dunas de onde saem falsos, verdadeiros e modernos pastores, pode-se enxergar a avenida que tem o nome de Dorival Caymmi e ai, quiçá, possa ser que crie uma variante de expressão poética.

Outro dia, ao mesmo tempo que pude ouvir de uma amiga que escrever é tão complicado, viajei o espaço da mente e encontrei sintonia sem que antes, é claro, pudesse fazer o exercício do parar, sentar, respirar e meditar e o resultado apareceu como escrever torna-se fácil. Acredito que não tenha feito utilização desses ingredientes. Mal cheguei e já fiquei disposto em colocar os dedos à disposição para o digitar. Daí, até agora , quase que em círculos, girando a mente para extração dos contos , crônicas e leituras sobre meu mundo.

Na realidade tenho que começar. Pedirei ajuda. Temos que ter humildade mesmo sendo sabedores de que somos insubstituíveis sim, dado que cada um tem suas singularidades. Você ocupa uma função na instituição. Alguém pode ficar em seu lugar e nunca pensará e será o seu pensamento. Mesmo diante dessa insubstituição temos que contrair harmoniosas sugestões e dicas dos que enxergam nossas leituras. Preciso até registar em algum lugar para dar continuidade de um começo que ainda não pegou fôlego. Deixarei no blog até voltar a saber se não comecei com nonsenses.