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10 de junho de 2011

Trailer Oficial - Patativa do Assaré - Ave Poesia

Trailer oficial do filme "Patativa do Assaré - Ave Poesia" de Rosemberg Cariry. Breve nos Cinemas.
35mm - 84 minutos - 2007 - Brasil
Contato: cariri.producoes@uol.com.br
PRÊMIOS:
O Grande vencedor do 5ª Festival de Cinema de Belém - Melhor Filme.
Melhor Longa do Nordeste (BNB) - 17

16 de março de 2011

Leilão de Cecília


Que linda esta de cecília Meireles
E mais bonita por está em sintonia com a voz do bom cantador Décio Marques

Que é de Minas gerais e o coração fica bem aqui na capital baiana



11 de março de 2011

Carnaval

ESTES CARAS SÃO COMPLICADOS rs. É muito radicalismo.
O jovem e Gerônimo, este vai tocar em Cipó no carnaval, querem quebrar uma cultura que foi se aperfeiçoando ao longo dos anos.
Quem não desejar ouvir, tudo bem, mas, fica aí ofertado para reflexões e sugestões.
Ai, ai...



8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher


"É mais claro que o sol, que Deus criou a mulher para domar o homem." (Voltaire)

NEM PRECISO BUSCAR NAS ENTRANHAS DO PENSAMENTO, ALGO LINDO PARA ENALTECER AS MULHERES NESTE DIA INTERNACIONAL.MEUS ARQUIVOS JÁ PROVOCAM INCENTIVOS PARA BUSCAR ESTE VÍDEO EM MINHA CONTA YOUTUBE, QUE ATRAVÉS DO OLHAR DE MIRIAN ARAGÃO, FIZ ÊNFASE NAS IMAGENS DE MUITAS MULHERES E CADA UMA COM SUA HISTÓRIA QUE LHE É PECULIAR E, SERVEM DE BONS EXEMPLOS. DEDICAR ESTE VÍDEO À MINHA MÃE, ESPOSA, IRMÃS, PARENTES E TODAS QUE ESTÃO POR AQUI, FAZ-SE NECESSÁRIO.


7 de março de 2011

Gerônimo

O olhar de Gerônimo é como a História:
pelo que está sendo, anuncia o que será.

Eu não concordo.
Acredito que as coisas vão melhorar no tempo de meus tataranetos.
Se acontecer realmente assim, volta a Roma antiga no tempo de Calígula.

5 de março de 2011

Nonsense Noure 2

Não sou filho das tecnologias informacionais.
Pode ser... Acho que não. Sei lá!

Meus filhos dizem que minha geração está na outra margem do rio. Concordo e na construção da bela ponte imaginária, vamos copiando criatividades e colando saberes. Assim, na liberdade do pensar e seguir caminhos, estamos bons parceiros e orquestrando os bons contos da vida da outra margem e do lado de cá. (Nourius)



Como bem questiona José Saramago

E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?

2 de março de 2011

1957!!

É verdade!
Roberto Carlos na guitarra, Erasmo carlos no saxofone e Cauby Peixoto hoje completando 81 anos, era o cantor do puro rock and roll

9 de fevereiro de 2011

Noure Cruz comenta:

Revisitando alguns arquivos agora a tarde, quatro bons amigos vieram pelas imagens, nas boas lembranças do Assentamento rural do Pioneiro.


IRMÃ CONSOLATA: Todos os dias pela boca da noite, era comum o motorista do carro da paróquia buscar a linda freira que hoje está no ceu e depois nós íamos tirar xerox de textos e interagir com os bons alunos do Pioneiro, com idade entre 10 e 90 anos.

NUTO: Também descansando no ceu, que mesmo com mãos trêmulas, participava ativamente das aulas, assim como todos os presentes que brincavam até às 22 horas de aprendizagem e sendo bons atores de teatro, quando encenavam Morte e Vida Severina e iam para a Igreja ou nalgumas cidades, fazendo apresentações. Pobre de seu Zé Zaroio que falei assim na igreja: quando eu acenar com o braço, o senhor pode baixar as mãos. E não foi que esqueci e ao final da missa, lá estava seu Zé Zaroio olhando para mim com as mãos pra cima e pra baixo.

DONA BENIGNA: E que coisa linda de se brincar. Eu dizia: Diga Árvore. Ela respondia: avre. Não dona benigna: á.r.v.o.r.e. Ela: avre. E não tinha jeito mesmo e o errado estava no meu jeito, querendo malinar na linguística da mentalidade dos tempos. Mas, numa reportagem, a mesma falara que lá era tudo parecendo bicho mesmo sem alegria e, as aulas deram felicidades ao local. Lembrei de Fabiano de Vidas Secas: Fabiano! Você é um homem.

O PIONEIRO: Inicialmente eu e Irmã Consolata e depois, minhas irmãs, a esposa e cunhada que de igual maneira, pelo crescimento da turma, aliaram-se a esta empreitada e continuaram nesta linda jornada pedagógica. E deu certo. O gerente do banco satisfeito e todos alegres por não precisarem mais colocar o dedão no lugar da assinatura de documentos.

Sem falar de meus alunos que muitas vezes dormiram no assentamento, (inicialmente precisando de notas, é claro, rs), fazendo coisas fora do normal deles, como, arrancar aipim pelas quatro da manhã, tomar café de pilão e passar milho no moinho. Alguns levavam às escondidas, biscoitos achocolatados, mas, descobertos, os biscoitos tinham destino certo: alimento para as galinhas e outras aves. Muitas eu soube pelos amigos do assentamento, que morreram de diabetes, dado o alto teor de açúcar, mas, aí, é uma outra história.
 
Também para uma lembrança geral, envio este vídeo:

8 de fevereiro de 2011

Vale Tudo na Arte

Não consigo enxergar a arte que tem na modalidade "esportiva" conhecida como VALE TUDO...



Um colega que estava em casa, ficou impaciente porque iria fazer uma prova de concurso no dia seguinte e a luta às três horas da madrugada. Melhor que dormiu mais cedo e foi fazer a prova. Sucesso!

Até brinquei que a "arte" em referencial seria no sentido de "estripulia" e argumentei algo quando meninos brigávamos ou arriscávamos algo fora do comum e os pais, vizinhos ou sei lá quem diziam: "Mininos! Deixem de arte". Então esta seria a arte? Não vejo arte em duas pessoas brigando e com um só pontapé, deixa o outro literalmente desacordado, num primeiro round, quando as pessoas queriam ter assistido mais socos e pesadas violentas e cheias de "arte". Arena assim, na Roma Antiga era comum, na política do "panis et circenses". Não condeno quem admira. Apenas um comentário.

3 de fevereiro de 2011

Vecinho, meu santo!

Deixa a vida terrena o nosso grande cantador, poeta, fruto da geração dos anos 60 e amigo Helvécio, conhecido como Vecinho. Compositor de músicas como tema da novela A sombra dos laranjais e, é natural de Heliópolis, terra que tanto amava e mesmo morando em Salvador, com saudosismo e prática, nunca deixou de lado as raizes do interior.


Parceiro de Wilson Aragão em algumas composições e sempre em atividades artístico-culturais deixando a sua marca com o bom violão e a gaita em harmonia num só artista.

No dia 15 de Janeiro de 2011, seu aniversário foi festejado e os olhos constantemente ficavam em lágrimas pelas emoções vividas…

Segue um documento em vídeo, gravado em seu aniversário com músicas do próprio.

Valeu Vecinho, pela boa passagem na terra. A família, os amigos e todos, agradecem a sua linda mensagem.
 

27 de janeiro de 2011

Não ganho nada... Ai se ganhasse!

Convidar você diretamente e algumas pessoas que supostamente estão em Salvador, não custa nada.
É no Parque da Cidade, ali no Itaigara que a banda Móveis Coloniais de Acaju, de Brasília, estará tocando de graça.
Boa banda!
Chamei umas 100 pessoas.
Aparecendo os quatro da família já é comum e maravilha.
Todos ou alguns!
Tá de bom tamanho e que beleza...
Você veio!
Massa!
Não acreditôôô!


O parque é tranquilo, dado que o bom papo com os colegas, para não dizer que a amizade é só de orkut, rs, é uma boa viagem pelas alegrias das partes.


Então domingo, dia 30/01/2011, 11h, estaremos lá e depois, ou volta pra casa, ou vai prestigiar a banda quase de Cipó, Confraria Giramundo lá na Praia do Flamengo ou vai ao Pelô prestigiar Maglore e Cascadura com Sanguinho Novo e Veroz.
É um caminho e depois... Duas Veredas... escolha a sua e estamos esperando nos arvoredos do Parque.
É tudo de graça.
Só se gasta com combú ou buzú e o que consumir por lá.

Na segunda, postaremos fotos e comentários...
 
Abraços!

15 de janeiro de 2011

TANTANRÃN...CHÁ, CHÁ...

Esta eu tirei do baú!
Pense numa época que não existia muita boutique e, Dire Straits, Hernandez, Sidney Magal e outros, faziam sucessos...
Mãe costurava e sempre fazia roupas às pressas e na incumbência de fazer uma camisa estilo cigano, já com sono, lá pelas 23 horas, ufa, terminou!
Pude vestir rapidamente e fui a festa, onde a dança era exatamente de acordo com este clip abaixo.
Nas dançadas e empolgado, a colega no embalo do dancing, quando pegou em meu braço e puxou pela manga da camisa, não deu outra: meu braço ficou e a manga foi.

Não fiquei zangado por mãe apenas ter alinhavado, mas, no embalo da dança e empolgado, curtir a dança e aos poucos fui saindo e indo embora, como tipo a carruagem se transformasse em abóbora.
É cada uma...
Curta um pouco este bom embalo.

12 de janeiro de 2011

Wilson e Mirian


Não!


Eu não vou praticar leitura da casa, até porque cada um tem seu canto de descanso e precisa da boa privacidade no dia a dia.



Não obstante, passar um dia nas freguesias de Mirian Aragão, não traduz simplesmente, um resumo de Capim Guiné, Guerra de Facão, ou porque Raul Seixas, Sodré, Fábio Paes, Rose, Versinho e, outros tantos poetas e, poesias de autoria com origem neste lar, do compadre Wilson Aragão e algumas vezes em parceria com a esposa em coro: "Chove Inconsequente", mas, a identidade de Mirian Correia com as artes simples, ora de material reciclável, ora da mistura de objetos que fazem a gente viajar pelo sertão imaginário e o Belle Époque, com referencial no gramofone postado sobre a estante e que toca Emilinha Borba em disco vinil com quase meio quilo de peso.



O apartamento é como se fosse um ambiente de exposição permanente. Às vezes, transforma-se em expovenda, não só da produção de pinturas em discos vinil e CD's imprestáveis para uso musical, mas, de camisas com pinturas criativas que me fizeram de adepto a este estilo, por ser barata, a camisa, e, um ingrediente a mais, onde as pessoas deixam de me olhar como um todo, graças, e observam apenas o conteúdo da camisa, principalmente as produzidas com uma rede intitulada: rede dos sonhos.
Pronto!
Estava assistindo a uma peça: Pavão Misterioso" lá na Casa do Comércio e, um grupo solicitou tirar uma foto comigo, em função da referida rede e, logo, logo, procurou a origem da camisa, para comprar de igual maneira.



Cada quadro pintado, cada cabaça transformada em baiana, discos em lapinha, cortinas e arranjos, fazem do apartamento, um referencial de expoartes permanente e, que nem é possível assistir televisão ou usar o PC, num local como este, diferente de muitos onde a gente senta e dizem:
- Pere um pouco que é o final da novela.
 


4 de janeiro de 2011

AMIG@S DO ORKUT E CONFLUENTES!

Múltiplas são as mensagens que podemos extrair da net, da simbologia do cenário e, da construção de nossas leituras.
Não obstante, faz-se necessário aproveitar o gancho daquilo que estamos pensando e como o solidário nunca quer solidão, ofereço estas três imagens, onde a primeira vem de Lennon, atravessando oceanos e em sintonia perfeita com o que queremos para todos.
De igual maneira, a imagem de meus arquivos quando trabalhando: o caminho é no Sertão do Cocorobó, mas, estimula nossa meta de caminhos que poderemos seguir e, na última mensagem, relembrando The Fevers e uma rápida viagem em direção ao que queremos de positivo nesta etapa de nossa vida, enquanto ser vivente do Planeta terra.

Feliz Ano Novo!



Abraços a tod@s...





9 de outubro de 2010

A menina dança

Repasso este vídeo aos meus amigos por alcançar múltiplas histórias...
Só de Breno, meu filho, dormir e acordar com os Novos Baianos, a lição foi beleza!
Valeu Vicente, por deixar em sua página, ídolo de hoje e de minha infância, quando lhe ouvia nos primeiros acordes com os Peixuxas, nas thermas de Cipó, no segundo milênio do século XX, rs, sobre o trio elétrico, conhecido como Guarda Roupa.

O Menino e o Mar

Que os nossos sonhos e castelos sejam construídos calmamente, para que possamos saborear cada momento dessa construção!

O Menino e o Mar

Menino vem brincar no mar
Oh mar vem lavar pé de menino
Menino vem brincar no mar
Oh mar vem lavar pe de menino
Eu vi as ondas brincando de pega pega
Levar as águas do riacho cristalino
Eu vi menino vim brincar no mar
Oh mar vem lavar pe de menino
Menino vem brincar no mar
Oh mar vem lavar pé de menino
As gaivotas vao fazendo suas rondas
O sol levanta vento leste me incendeia
No chão da praia vou guardar a minha raia
E construir o seu castelo de areia

João Bá